Mais do que a dissolução do casamento.
Um divórcio consensual precisa tratar de pontos como partilha de bens, eventual pensão, guarda, convivência e despesas dos filhos. O acordo deve refletir a realidade da família, não apenas uma fórmula pronta.
Clareza evita novos conflitos.
Detalhar responsabilidades, prazos e formas de cumprimento ajuda a tornar o acordo executável. A orientação jurídica também permite identificar questões que podem passar despercebidas em uma negociação emocional.